{"id":7369,"date":"2023-02-05T13:40:05","date_gmt":"2023-02-05T16:40:05","guid":{"rendered":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/site\/?page_id=7369"},"modified":"2023-06-01T14:48:49","modified_gmt":"2023-06-01T17:48:49","slug":"temario-sessoes-especiais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/trabalhos\/temario-sessoes-especiais\/","title":{"rendered":"Tem\u00e1rio sess\u00f5es especiais"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"7369\" class=\"elementor elementor-7369\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section data-particle_enable=\"false\" data-particle-mobile-disabled=\"false\" class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1f584bb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"1f584bb\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-673cf39\" data-id=\"673cf39\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7716ca1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"7716ca1\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.6.5 - 27-04-2022 *\/\n.elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]>a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xl{font-size:39px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xxl{font-size:59px}<\/style><h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Tem\u00e1rio sess\u00f5es especiais<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4a3df8b split-breadcrumbs-y elementor-widget elementor-widget-the7-breadcrumb\" data-id=\"4a3df8b\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"the7-breadcrumb.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<div class=\"assistive-text\">Voc\u00ea est\u00e1 aqui:<\/div><ol class=\"breadcrumbs text-small rcrumbs\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/BreadcrumbList\"><li itemprop=\"itemListElement\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/ListItem\"><i aria-hidden=\"true\" class=\"fas fa-chevron-right\"><\/i><a itemprop=\"item\" href=\"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/\" title=\"\"><span itemprop=\"name\">In\u00edcio<\/span><\/a><meta itemprop=\"position\" content=\"1\" \/><\/li><li class=\"current\" itemprop=\"itemListElement\" itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/ListItem\"><i aria-hidden=\"true\" class=\"fas fa-chevron-right\"><\/i><span itemprop=\"name\">P\u00e1gina<\/span><meta itemprop=\"position\" content=\"2\" \/><\/li><\/ol>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section data-particle_enable=\"false\" data-particle-mobile-disabled=\"false\" class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-eb6caed elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"eb6caed\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-d722367\" data-id=\"d722367\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f7d01a elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2f7d01a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.6.5 - 27-04-2022 *\/\n.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#818a91;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#818a91;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t<h3>STE01 &#8211; An\u00e1lise de Sistemas de Abastecimento de \u00c1gua<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Jos\u00e9 Carlos Cesar Amorim<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: ALEXANDRE KEPLER SOARES, IRAN EDUARDO LIMA NETO, Jos\u00e9 Gilberto Dalfr\u00e9 Filho, Lubienska Cristina Lucas Jaquie Ribeiro, GUSTAVO MEIRELLES LIMA, Bruno Melo Brentan, Marco Aur\u00e9lio Holanda de Castro<\/p><p>Os sistemas de abastecimento de \u00e1gua s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento social e econ\u00f4mico de cidades. Sua infraestrutura \u00e9 complexa, com diferentes componentes hidr\u00e1ulicos desde a capta\u00e7\u00e3o da \u00e1gua at\u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o. Assim, sua concep\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o devem ser eficientes para minimizar seus custos e impactos ambientais. Entretanto, devido \u00e0 sua complexidade, a obten\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es adequadas n\u00e3o \u00e9 simples, e requer o estudo detalhado do sistema. Atualmente, t\u00e9cnicas de otimiza\u00e7\u00e3o e aprendizado de m\u00e1quinas t\u00eam sido aplicadas para auxiliar o dimensionamento e reabilita\u00e7\u00e3o de redes, identifica\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o de vazamentos, opera\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es elevat\u00f3rias e v\u00e1lvulas, dentre outros problemas recorrentes nos sistemas de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. A efici\u00eancia destas t\u00e9cnicas depende em grande parte da qualidade e quantidade de dados coletadas pelo sistema de monitoramento, e da precis\u00e3o do modelo hidr\u00e1ulico a ser utilizado como refer\u00eancia. Assim, o desenvolvimento de sensores de baixo custo, a localiza\u00e7\u00e3o de sua instala\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento de modelos precisos com r\u00e1pido processamento tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais para a melhoria do sistema. Desta forma, nesta sess\u00e3o t\u00e9cnica esperam-se contribui\u00e7\u00f5es que visem a melhoria da concep\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de sistemas de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua.<\/p><h3>STE02 &#8211; Aplica\u00e7\u00f5es e perspectivas da modelagem hidrol\u00f3gica com o SWAT (Soil and Water Assessment Tool) e SWAT+<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Danielle de Almeida Bressiani<\/p><p>O modelo hidrol\u00f3gico SWAT \u00e9 um dos modelos mais utilizados internacionalmente, sua aplicabilidade vem sendo constantemente verificada em diversas publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e trabalhos t\u00e9cnicos no Brasil e no Mundo. Este modelo pode ser utilizado para uma diversidade de aplica\u00e7\u00f5es, entre as quais podemos destacar o planejamento e gerenciamento de bacias hidrogr\u00e1ficas, a simula\u00e7\u00e3o de diferentes cen\u00e1rios de uso da terra e pr\u00e1ticas conservacionistas, a previs\u00e3o de eventos de enchentes e secas e estimativas e estudos hidrossedimentol\u00f3gicos e de qualidade da \u00e1gua.<\/p><p>Num pa\u00eds continental como o Brasil o uso do modelo para gest\u00e3o de bacias hidrogr\u00e1ficas pode apoiar fortemente as ag\u00eancias de \u00e1guas e comit\u00eas de bacias hidrogr\u00e1ficas na melhoria da disponibilidade h\u00eddrica e conserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas, de modo que os benef\u00edcios sociais e ambientais da utiliza\u00e7\u00e3o do modelo tornam-se claros e podem ser materializados pelos resultados que \u00e0 gest\u00e3o integrada de recursos h\u00eddricos.<\/p><p>Os modelos SWAT e SWAT+ est\u00e3o em constante evolu\u00e7\u00e3o, e as aplica\u00e7\u00f5es vislumbradas est\u00e3o se expandindo cada vez mais, e v\u00e1rias possibilidades cient\u00edficas s\u00e3o criadas tanto no aprimoramento do modelo em si, como em seus distintos usos.<\/p><p>A expans\u00e3o dos usu\u00e1rios do modelo e a troca de experi\u00eancias entre eles \u00e9 de suma import\u00e2ncia para que o aprimoramento de seu uso possa avan\u00e7ar no Brasil.<\/p><p>Com essa sess\u00e3o t\u00e9cnica especial, espera-se encorajar a participa\u00e7\u00e3o de profissionais e pesquisadores que trabalham com o SWAT e SWAT+ e criar uma oportunidade de interc\u00e2mbio entre os modeladores e interessados na utiliza\u00e7\u00e3o do modelo para gest\u00e3o de bacias.<\/p><h3>STE03 &#8211; Arranjos institucionais e econ\u00f4mico-financeiro para gest\u00e3o das \u00e1guas urbanas<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Concei\u00e7\u00e3o de Maria Albuquerque Alves<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Ana Cristina Santos Strava Correa, LIGIA MARIA NASCIMENTO DE ARAUJO, Oscar de Moraes Cordeiro Netto, DANIELE FEITOZA SILVA, Melissa Cristina Pereira Graciosa, Maria Elisa Leite Costa, Ana\u00ed Floriano Vasconcelos<\/p><p>Os efeitos de uma boa gest\u00e3o de \u00e1guas urbanas s\u00e3o essenciais ao desenvolvimento econ\u00f4mico e social de ambientes urbanos, ao tempo que tamb\u00e9m podem contribuir para redu\u00e7\u00e3o da pobreza e das desigualdades (incluindo acessibilidade f\u00edsica e econ\u00f4mica aos servi\u00e7os oferecidos). Ambientes urbanos s\u00e3o palco de grandes disparidades, especialmente em pa\u00edses em desenvolvimento, expressas em diferentes tipologias de habita\u00e7\u00e3o e padr\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Diferentes processos de urbaniza\u00e7\u00e3o, com preserva\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de \u00e1reas verdes s\u00e3o elementos de diferencia\u00e7\u00e3o da forma como as sociedades experimentam a viv\u00eancia urbana, podendo, tamb\u00e9m, representar significativas diferen\u00e7as de qualidade de vida e de oportunidades de desenvolvimento humano. Nesta sess\u00e3o t\u00e9cnica especial, pretende-se reunir trabalhos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos que abordem diferentes perspectivas e modelos de gest\u00e3o, regula\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os h\u00eddricos e de saneamento (\u00e1gua, esgotamento sanit\u00e1rio e drenagem e manejo de \u00e1guas pluviais) em permanente evolu\u00e7\u00e3o nas cidades atuais. Busca-se discutir proposi\u00e7\u00f5es e viabilidade de arranjos institucionais que atendam uma variedade de tipologias de cidades diferenciadas em seus aspectos fisiogr\u00e1ficos, populacionais, habitacionais e clim\u00e1ticos. E ainda avaliar mecanismos econ\u00f4mico-financeiros para viabiliza\u00e7\u00e3o de tais servi\u00e7os de \u00e1guas urbanas (aqui entendidos como servi\u00e7os h\u00eddricos, de abastecimento de \u00e1gua, de esgotamento sanit\u00e1rio e de drenagem e manejo de \u00e1guas pluviais). Esses trabalhos devem subsidiar o debate qualificado na dire\u00e7\u00e3o do cumprimento das metas da universaliza\u00e7\u00e3o do saneamento b\u00e1sico (Lei 14.026\/2020), do Objetivo do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (ODS) 6 que busca ?Garantir a disponibilidade e gest\u00e3o sustent\u00e1vel da \u00e1gua e saneamento para todos? e do ODS 11 que busca ?Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustent\u00e1veis?. Ser\u00e3o reunidos trabalhos te\u00f3ricos e estudos de caso que incorporem referidas reflex\u00f5es no \u00e2mbito de \u00e1reas de conhecimento da engenharia, economia e das ci\u00eancias sociais e \u00e1reas afins, abra\u00e7ando o car\u00e1ter interdisciplinar que o tema imp\u00f5e.<\/p><h3>STE04 &#8211; Cheias no Brasil: gera\u00e7\u00e3o, previs\u00e3o e impactos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Pedro Luiz Borges Chaffe<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Carlos Henrique Ribeiro Lima, MARCUS SUASSUNA SANTOS, Dirceu Silveira Reis Junior, Veber Afonso Figueiredo Costa, Francisco Eust\u00e1quio Oliveira<\/p><p>O Brasil \u00e9 a segunda economia emergente com maior potencial de perdas devido as cheias e inunda\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de atuarem em diversas escalas e n\u00e3o serem completamente entendidos, muitos dos mecanismos que controlam as cheias est\u00e3o mudando devido a intera\u00e7\u00f5es complexas entre o clima, uso da terra e atividades humanas. Assim, a compreens\u00e3o dos processos formadores das cheias tem potencial de produzir grandes ganhos para a sociedade, permitindo apontar as melhores medidas mitigadoras para o risco de cheias e as melhores pr\u00e1ticas para o gerenciamento dos recursos h\u00eddricos.<\/p><p>O objetivo desta sess\u00e3o \u00e9 analisar os principais processos que governam as cheias no Brasil, incluindo detec\u00e7\u00e3o, atribui\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a dos padr\u00f5es espaciais e temporais em diversas escalas. Esta sess\u00e3o busca trabalhos de caracteriza\u00e7\u00e3o, estimativa e tamb\u00e9m de aspectos t\u00e9cnicos e operacionais que envolvam estudos de casos de cheias em diferentes regi\u00f5es. As contribui\u00e7\u00f5es devem idealmente discutir os desafios e os benef\u00edcios das metodologias para a identifica\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o das cheias no Brasil. Alguns aspectos a serem discutidos na sess\u00e3o t\u00e9cnica incluem:<\/p><ul><li>Padr\u00f5es espaciais e variabilidade temporal da ocorr\u00eancia das cheias;<\/li><li>An\u00e1lise de tend\u00eancias;<\/li><li>An\u00e1lise de incerteza;<\/li><li>M\u00e9todos de regionaliza\u00e7\u00e3o;<\/li><li>An\u00e1lise de frequ\u00eancia de cheias, m\u00e9todos estacion\u00e1rios e n\u00e3o estacion\u00e1rios;<\/li><li>Processos n\u00e3o-estacion\u00e1rios em decorr\u00eancia de mudan\u00e7as no clima, uso do solo e atividades antr\u00f3picas;<\/li><li>Impactos socio-econ\u00f4micos e ambientais da mudan\u00e7a do padr\u00e3o de ocorr\u00eancia de eventos hidrol\u00f3gicos extremos;<\/li><li>An\u00e1lise quanto \u00e0 gest\u00e3o de risco e desastres relacionados a inunda\u00e7\u00f5es, sejam na fase de preven\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o, seja nas fases de impactos e resposta.<\/li><li>Decis\u00e3o sobre investimentos em infraestrutura para redu\u00e7\u00e3o do risco de cheias em um ambiente potencialmente n\u00e3o-estacion\u00e1rio.<\/li><li>Pr\u00e1ticas de ensino e ferramentas computacionais para o estudo de cheias.<\/li><\/ul><h3>STE05 &#8211; Conectividade de \u00c1gua e Sedimentos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Franciele Zanandrea<\/p><p>A conectividade hidrol\u00f3gica e hidrossedimentol\u00f3gica s\u00e3o definidas como a transfer\u00eancia f\u00edsica de mat\u00e9ria (e.g. \u00e1gua e sedimentos) entre diferentes compartimentos da paisagem na bacia hidrogr\u00e1fica. Os fen\u00f4menos que regem a conectividade atuam em diversas escalas e s\u00e3o pe\u00e7as-chave para o entendimento da din\u00e2mica da \u00e1gua e sedimentos em bacias hidrogr\u00e1ficas. A conectividade estrutural (espacial) foi apresentada na comunidade internacional sob uma perspectiva geomorfol\u00f3gica, principal \u00e1rea que vem abordando este tema. Por\u00e9m, a funcionalidade (temporalidade) da conectividade \u00e9 dependente dos processos hidrol\u00f3gicos, e abordagens estruturais podem n\u00e3o ser suficientes para representar a conectividade de \u00e1gua e sedimentos em bacias hidrogr\u00e1ficas. Portanto, existe a necessidade de uma ampla discuss\u00e3o tamb\u00e9m sob a perspectiva da hidrologia, visto que, principalmente no Brasil, o maior vetor de conectividade \u00e9 a \u00e1gua. As variadas formas de (des)conectividade natural podem ter grandes implica\u00e7\u00f5es espaciais e temporais nos processos naturais, incluindo os recursos h\u00eddricos, sua quantidade e qualidade. Assim, al\u00e9m do interesse cient\u00edfico, a conectividade \u00e9 uma ferramenta potencial aos gestores de recursos h\u00eddricos, pois considera a paisagem de maneira integrada, vinculando diversas \u00e1reas e auxiliando no entendimento da din\u00e2mica dos sistemas naturais. Nesta sess\u00e3o, buscam-se contribui\u00e7\u00f5es que levem em conta o entendimento da conectividade considerando a elevada diversidade geogr\u00e1fica (solo, relevo, clima e vegeta\u00e7\u00e3o) das bacias brasileiras. Espera-se, ainda, que os trabalhos submetidos sejam interdisciplinares e possibilitem o avan\u00e7o no entendimento da conectividade em diferentes escalas espaciais, e, principalmente, quanto a variabilidade temporal, resultado da din\u00e2mica dos processos hidrol\u00f3gicos. Assim, a sess\u00e3o possibilitar\u00e1 avan\u00e7os na discuss\u00e3o acerca do papel da conectividade no gerenciamento interdisciplinar e integrado de sistemas naturais.<\/p><h3>STE06 &#8211; Contribui\u00e7\u00f5es da s\u00f3cio-hidrologia para gest\u00e3o de sistemas h\u00eddricos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Concei\u00e7\u00e3o de Maria Albuquerque Alves<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: EDUARDO SAVIO PASSOS RODRIGUES MARTINS, ROBERTA MARA OLIVEIRA, Isabelle Tritsch, Eduardo M\u00e1rio Mendiondo, Fern\u00e1n Enrique Vergara<\/p><p>O reconhecimento da influ\u00eancia da dimens\u00e3o humana no planejamento e gest\u00e3o de sistemas h\u00eddricos tem motivado o avan\u00e7o da s\u00f3cio-hidrologia como \u00e1rea de conhecimento importante para melhoria das decis\u00f5es. Os usuais sistemas espaciais de apoio a decis\u00e3o (SEAD) que incorporam sistemas de informa\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas a modelos hidrol\u00f3gicos e de qualidade da \u00e1gua j\u00e1 est\u00e3o incorporados \u00e0s rotinas de an\u00e1lise parra subsidiar decis\u00f5es na operacionaliza\u00e7\u00e3o dos instrumentos de gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos tais como outorga, cobran\u00e7a, enquadramento. No entanto, a incorpora\u00e7\u00e3o do impacto do comportamento humano na modelagem hidrol\u00f3gica \u00e9 avan\u00e7o recente que eleva esses sistemas a um patamar mais representativo da realidade local onde as decis\u00f5es t\u00eam mais impacto. Segundo Banco Mundial, h\u00e1 um d\u00e9ficit de infraestrutura h\u00eddrica resiliente de aproximadamente 1\/4 do PIB brasileiro at\u00e9 2030. O envolvimento dos usu\u00e1rios em iniciativas para amplia\u00e7\u00e3o dessa infraestrutura \u00e9 fundamental. Os sistemas multiagentes e os modelos baseados em agentes auxiliam na integra\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o humana aos modelos hidrol\u00f3gicos e t\u00eam promovido avan\u00e7os na democratiza\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es, no monitoramento hidrol\u00f3gico, na gest\u00e3o da demanda h\u00eddrica, na dissemina\u00e7\u00e3o de tecnologias, na ades\u00e3o a campanhas educativas. A presente sess\u00e3o t\u00e9cnica especial re\u00fane trabalhos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos que contribuam com a incorpora\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o humana no processo de tomada de decis\u00e3o, possibilitem a troca de experi\u00eancias e de procedimento em andamento.\u00a0 Os trabalhos podem conter apresenta\u00e7\u00e3o de ferramentas computacionais de apoio \u00e0 decis\u00e3o, estudos de caso, propostas de metodologias de intera\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias sociais e hidrol\u00f3gicas, contribui\u00e7\u00f5es da socio hidrologia para o fortalecimento dos instrumentos de gest\u00e3o j\u00e1 operacionalizados (outorga, cobran\u00e7a e enquadramento).\u00a0 Podem ser recebidos trabalhos com foco em ambientes rurais ou urbanos.<\/p><h3>STE07 &#8211; Desafios e Estrat\u00e9gias de Resili\u00eancia em Cidades Costeiras<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> RODRIGO AMADO GARCIA SILVA<\/p><p>As \u00e1reas costeiras s\u00e3o locais onde est\u00e3o fixadas boa parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira e onde se situam grandes metr\u00f3poles no pa\u00eds e no mundo. Tais \u00e1reas s\u00e3o estrat\u00e9gicas e relevantes em termos: econ\u00f4micos, pois abrigam portos e hidrovias, por onde boa parte da produ\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 exportada; sociais, pois al\u00e9m de concentrar grande n\u00famero de habitantes, s\u00e3o polos tur\u00edsticos; e ambientais, pois abrigam ecossistemas com grande biodiversidade. Soma-se a isso o fato de a costa ser uma das principais \u00e1reas impactadas no contexto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p><p>Neste contexto, a compreens\u00e3o da din\u00e2mica de ambientes costeiros mostra-se importante na \u00e1rea de recursos h\u00eddricos, sendo essencial para a busca de solu\u00e7\u00f5es para os desafios mais comumente enfrentados em cidades costeiras.<\/p><p>Esta sess\u00e3o t\u00e9cnica tem como expectativa receber trabalhos com foco no estudo de problemas de car\u00e1ter h\u00eddrico, sobretudo em corpos de \u00e1gua, em metr\u00f3poles situadas na costa. Esperam-se, principalmente, estudos relacionados a estrat\u00e9gias de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s adversidades atuais e \u00e0quelas esperadas para as pr\u00f3ximas d\u00e9cadas nos seguintes t\u00f3picos:<\/p><ul><li>Eros\u00e3o costeira<\/li><li>Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/li><li>Eventos extremos<\/li><li>Processos sedimentol\u00f3gicos<\/li><li>Sedimenta\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria<\/li><li>Obras e estruturas costeiras e portu\u00e1rias<\/li><li>Qualidade de \u00e1gua em lagoas e estu\u00e1rios<\/li><li>Saneamento em cidades costeiras<\/li><\/ul><h3>STE08 &#8211; Detec\u00e7\u00e3o e estudo da origem de variabilidade e tend\u00eancias em s\u00e9ries hidrol\u00f3gicas<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> LIGIA MARIA NASCIMENTO DE ARAUJO<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Walter Collischonn, Carlos Henrique Ribeiro Lima, OTTO CORREA ROTUNNO FILHO, MARIA GERTRUDES ALVAREZ JUSTI DA SILVA, Daniel Medeiros Moreira<\/p><p>A pesquisa sobre a variabilidade espa\u00e7o-temporal de processos hidrol\u00f3gicos \u00e9 motivada pelas relevantes implica\u00e7\u00f5es sobre os recursos h\u00eddricos e sua gest\u00e3o, incluindo a previs\u00e3o e o gerenciamento do risco de eventos extremos como secas e cheias, e o planejamento da gera\u00e7\u00e3o hidroel\u00e9trica. Nesse contexto, destacam-se os estudos sobre as mudan\u00e7as nos padr\u00f5es hidrol\u00f3gicos decorrentes de tend\u00eancias, saltos (step changes) e variabilidade c\u00edclica, oscila\u00e7\u00f5es de baixa frequ\u00eancia, como decenal e multidecenal, em s\u00e9ries hidrol\u00f3gicas, com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o de vaz\u00e3o em v\u00e1rias bacias brasileiras ao longo dos \u00faltimos anos, buscando-se atribuir suas causas.<\/p><p>O entendimento cient\u00edfico de tais processos inclui a detec\u00e7\u00e3o de sua ocorr\u00eancia em s\u00e9ries temporais de dados hist\u00f3ricos e paleoclim\u00e1ticos, assim como a atribui\u00e7\u00e3o de potenciais fatores respons\u00e1veis pelos padr\u00f5es observados. Nesse sentido, esta sess\u00e3o especial busca reunir trabalhos cient\u00edficos e t\u00e9cnicos que possam contribuir para o avan\u00e7o do conhecimento relacionado a mudan\u00e7as hidrol\u00f3gicas.<\/p><p>Exemplos de potenciais trabalhos para a sess\u00e3o incluem estudos te\u00f3ricos e aplicados de detec\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias (monot\u00f4nicas, polinomiais, saltos, c\u00edclicas, etc) em s\u00e9ries hist\u00f3ricas de precipita\u00e7\u00e3o e vaz\u00e3o, com aplica\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas tradicionais e novas de detec\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias (testes de hip\u00f3teses, transformada wavelet, etc) e an\u00e1lise de processos naturais (ex. variabilidade clim\u00e1tica) e antr\u00f3picos (ex. mudan\u00e7as no uso do solo e de usos consuntivos), associados ou correlacionados com as mudan\u00e7as hidrol\u00f3gicas observadas. Tamb\u00e9m s\u00e3o esperados trabalhos que investiguem as causas de tend\u00eancias ou mudan\u00e7as de comportamento hidrol\u00f3gico, relacionando-as com vari\u00e1veis clim\u00e1ticas, essas muitas vezes expressas por \u00edndices como El Ni\u00f1o Oscila\u00e7\u00e3o Sul (ENOS\/ENSO), Oscila\u00e7\u00e3o Decenal do Pac\u00edfico (ODP\/PDO), Oscila\u00e7\u00e3o Multidecenal do Atl\u00e2ntico (OMA\/AMO) e outros \u00edndices oceano-atmosf\u00e9ricos.<\/p><h3>STE09 &#8211; Drenagem e assentamentos prec\u00e1rios: solu\u00e7\u00f5es integradas para o manejo das \u00e1guas pluviais na urbaniza\u00e7\u00e3o de assentamentos humanos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Melissa Cristina Pereira Graciosa<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Nilo de Oliveira Nascimento, Eduardo M\u00e1rio Mendiondo, Priscilla Macedo Moura<\/p><p>(i) Os fundos de vale e encostas urbanos constituem cen\u00e1rio de ocupa\u00e7\u00e3o irregular por assentamentos prec\u00e1rios, por diversas raz\u00f5es sociais. Experi\u00eancias v\u00eam apontando que a urbaniza\u00e7\u00e3o de assentamentos constitui alternativa vantajosa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de conjuntos habitacionais convencionais, distantes dos centros urbanos, com altos custos de implanta\u00e7\u00e3o de infraestrutura urbana. Excetuando-se as edifica\u00e7\u00f5es em alto risco hidrol\u00f3gico, geol\u00f3gico-geot\u00e9cnico, estrutural ou de salubridade, parte das moradias t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de regulariza\u00e7\u00e3o e urbaniza\u00e7\u00e3o no local, com menores custos econ\u00f4micos e sociais. Nesses casos, as solu\u00e7\u00f5es para alagamentos, inunda\u00e7\u00f5es e enxurradas podem n\u00e3o ser as mesmas adotadas em loteamentos convencionais, devido aos padr\u00f5es de ocupa\u00e7\u00e3o com caracter\u00edsticas e din\u00e2micas pr\u00f3prias, como altas declividades, vielas estreitas, pouco espa\u00e7o, etc., que demandam solu\u00e7\u00f5es tecnicamente eficientes, criativas e multifuncionais. Nesse cen\u00e1rio, a sociedade apresenta \u00e0 comunidade acad\u00eamica o desafio de conceber, planejar, projetar e avaliar solu\u00e7\u00f5es que atendam a esta demanda urbana, social e ambiental.<\/p><p>(ii) Busca-se discutir solu\u00e7\u00f5es para a drenagem na urbaniza\u00e7\u00e3o de favelas a partir de uma abordagem integrada, que contemple as especificidades locais, a integra\u00e7\u00e3o entre as dimens\u00f5es da urbaniza\u00e7\u00e3o e os objetivos da drenagem sustent\u00e1vel. A ci\u00eancia de recursos h\u00eddricos contribui, nesse contexto, com no desenvolvimento de metodologias de diagn\u00f3stico do risco, a fim de definir os recortes territoriais onde \u00e9 vi\u00e1vel a urbaniza\u00e7\u00e3o no local; com a avalia\u00e7\u00e3o hidrol\u00f3gica e hidr\u00e1ulica de cen\u00e1rios, integrando aspectos multifuncionais que contemplem as especificidades e demandas locais; com a gest\u00e3o dos sistemas, considerando processos participativos, a fim de conceber estruturas que atendam aos anseios das comunidades e que possam ser geridas com sua participa\u00e7\u00e3o. Trata-se, portanto, de um campo de integra\u00e7\u00e3o entre a ci\u00eancia de recursos h\u00eddricos e as pol\u00edticas sociais e habitacionais, em que a hidrologia, a hidr\u00e1ulica, a drenagem e o saneamento se aliam \u00e0 \u00e1rea social, urban\u00edstica e de habita\u00e7\u00e3o para construir solu\u00e7\u00f5es integradas pra um problema latente urbano e ambiental.<\/p><p>(iii) Diversos grupos de pesquisa v\u00eam trabalhando as quest\u00f5es relacionadas \u00e0s \u00e1guas urbanas em assentamentos prec\u00e1rios, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 gest\u00e3o das \u00e1guas urbanas nesses assentamentos e \u00e0s solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas integradas, sendo que ambas as abordagens s\u00e3o esperadas nesta sess\u00e3o. Pretende-se discutir os aspectos quantitativos, qualitativos, de infiltra\u00e7\u00e3o das \u00e1guas de chuva, de aplica\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza, paisag\u00edsticos, sociais, urban\u00edsticos, de adapta\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia frente a eventos extremos, dentre outros.<\/p><h3>STE10 &#8211; Enquadramento de corpos h\u00eddricos &#8211; desafios e avan\u00e7os de implementa\u00e7\u00e3o<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> WALTER CORR\u00caA CARVALHO JUNIOR<\/p><p>O Enquadramento dos corpos h\u00eddricos \u00e9 uma das ferramentas com maior potencial dentro dos instrumentos da Pol\u00edtica de Recursos H\u00eddricos, pois prop\u00f5e a defini\u00e7\u00e3o de metas progressivas e cont\u00ednuas de acordo com as demandas de usos no corpo h\u00eddrico, ou seja, enquadrar os corpos h\u00eddricos \u00e9 definir a economia, potenciais infraestruturas e movimenta\u00e7\u00f5es financeiras regionais. Tem-se um desafio grande a ser vencido na implementa\u00e7\u00e3o de enquadramentos fact\u00edveis e exequ\u00edveis dentro de cada contexto regional na gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos. O enquadramento de acordo com as demandas de usos priorit\u00e1rios e mais restritivos, geralmente se vincula a obras de infraestrutura h\u00eddrica como: saneamento b\u00e1sico e reservat\u00f3rios de seguran\u00e7a h\u00eddrica, salientando que estas obras possuem conex\u00e3o direta com sa\u00fade e bem-estar populacional. Deve-se entender e considerar que os instrumentos de gest\u00e3o s\u00e3o inter-relacionados e dependentes entre si e, portanto, efetivando um enquadramento com viabilidade t\u00e9cnica de execu\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 estabelecido uma base fundamental para outorga de direito de uso (especialmente para dilui\u00e7\u00e3o de efluentes) e consequentemente, crit\u00e9rios norteadores para a cobran\u00e7a pelo uso. Espera-se contribui\u00e7\u00f5es na pr\u00e1tica da implementa\u00e7\u00e3o deste instrumento, indicando quest\u00f5es como: aprimoramento da escolha das classes de enquadramento pela sociedade (geralmente Comit\u00eas de Bacias Hidrogr\u00e1ficas); estabelecimento de metas progressivas intermedi\u00e1rias e finais; t\u00e9cnicas de implementa\u00e7\u00e3o e acompanhamento das metas progressivas e finais; apresenta\u00e7\u00e3o de indicadores da efici\u00eancia do enquadramento; enquadramento de \u00e1guas subterr\u00e2neas; sistemas de informa\u00e7\u00f5es para um acompanhamento transparente da ferramenta, al\u00e9m de estudos de casos que possam contribuir para uma melhor gest\u00e3o dentro do territ\u00f3rio nacional e internacional.<\/p><h3>STE11 &#8211; Estudos energ\u00e9ticos e os desafios da hidreletricidade no Brasil<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> DANIEL HENRIQUE MARCO DETZEL<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Angela Regina Livino Carvalho, FERNANDA DA SERRA COSTA<\/p><p>A gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica no Brasil tem historicamente uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima com a engenharia de recursos h\u00eddricos, dada a grande participa\u00e7\u00e3o de usinas hidrel\u00e9tricas na matriz el\u00e9trica nacional. Atualmente, a hidreletricidade divide espa\u00e7o com outras fontes de gera\u00e7\u00e3o, em particular e\u00f3licas e solares fotovoltaicas, al\u00e9m de centrais termel\u00e9tricas. Ainda assim, empreendimentos hidrel\u00e9tricos tem grande import\u00e2ncia, seja na gera\u00e7\u00e3o de energia em si, ou no suporte a fontes vari\u00e1veis de gera\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o possuem sistemas de armazenamento da energia produzida.<\/p><p>Somado aos desafios da diversifica\u00e7\u00e3o na matriz el\u00e9trica, a hidreletricidade vem enfrentando adversidades em consequ\u00eancia das crises h\u00eddricas ocorridas na \u00faltima d\u00e9cada. Deferentes regi\u00f5es brasileiras passaram por situa\u00e7\u00f5es de escassez h\u00eddrica, demonstrando a necessidade de os distintos setores ligados aos recursos h\u00eddricos, incluindo a comunidade da ABRHidro, trabalharem integrados para mitigar os impactos das citadas crises. Em complemento, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas trazem incertezas que ainda carecem de estudos para melhor entendimento e proposta de planos de a\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Nesse contexto, ficam os interessados convidados a contribu\u00edrem com esta Sess\u00e3o T\u00e9cnica Especial submetendo artigos t\u00e9cnicos com foco em:<\/p><ul><li>Operacionaliza\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o dos m\u00faltiplos usu\u00e1rios de recursos h\u00eddricos no contexto de reservat\u00f3rios que t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/li><li>Modelagem e previs\u00e3o de s\u00e9ries hidrometeorol\u00f3gicas de interesse energ\u00e9tico.<\/li><li>N\u00e3o estacionariedade de s\u00e9ries hidrol\u00f3gicas e seus efeitos na gera\u00e7\u00e3o de energia.<\/li><li>M\u00e9todos de baixo custo para atualiza\u00e7\u00e3o das curvas cota-\u00e1rea-volume e estimativas de assoreamento em reservat\u00f3rios com fun\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica.<\/li><li>T\u00e9cnicas para reconstitui\u00e7\u00e3o de vaz\u00f5es naturais afluentes aos aproveitamentos hidrel\u00e9tricos.<\/li><li>Impactos da evapora\u00e7\u00e3o l\u00edquida dos reservat\u00f3rios na gera\u00e7\u00e3o de energia.\u00a0<\/li><li>Capacidade de regulariza\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios, novos ou existentes.<\/li><li>Outros t\u00f3picos que contribuam aos estudos energ\u00e9ticos.<\/li><\/ul><h3>STE12 &#8211; Gest\u00e3o Adaptativa de Sistemas H\u00eddricos para Seguran\u00e7a H\u00eddrica<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Concei\u00e7\u00e3o de Maria Albuquerque Alves<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Eduardo M\u00e1rio Mendiondo, Suzana Maria Gico Lima Montenegro, Cristov\u00e3o Vicente Scapulatempo Fernandes, Rodrigo Cauduro Dias de Paiva<\/p><p>A gest\u00e3o de sistemas h\u00eddricos com m\u00faltiplas finalidades apresenta complexidades associadas \u00e0s interrela\u00e7\u00f5es entre sistemas hidrol\u00f3gicos, ambientais e socioecon\u00f4micos. Segundo Banco Mundial, h\u00e1 um d\u00e9ficit de infraestrutura h\u00eddrica resiliente de aproximadamente 1\/4 do PIB brasileiro at\u00e9 2030. O planejamento de longo prazo dessas infraestruturas h\u00eddricas requer o tratamento adequado de incertezas clim\u00e1ticas, sociais e econ\u00f4micas cujos comportamentos ainda n\u00e3o contam com um consenso de compreens\u00e3o e conhecimento cient\u00edficos. Fatores como altera\u00e7\u00f5es nos padr\u00f5es de demanda (impulsionada por mudan\u00e7a comportamental de usu\u00e1rios), mudan\u00e7as de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo, altera\u00e7\u00f5es de cen\u00e1rios econ\u00f4micos e pol\u00edticos somam-se ao componente clim\u00e1tico para compor um conjunto vasto de cen\u00e1rios nos quais os sistemas h\u00eddricos ir\u00e3o atuar. A gest\u00e3o desses sistemas apresenta-se como um problema que inclui m\u00faltiplos objetivos e restri\u00e7\u00f5es, diversas incertezas e, muitas vezes, aus\u00eancia de converg\u00eancia de solu\u00e7\u00f5es que sejam compartilhadas entre atores envolvidos na decis\u00e3o. A gest\u00e3o adaptativa de sistemas h\u00eddricos requer integra\u00e7\u00e3o de saberes e incorpora um car\u00e1ter interdisciplinar para representar uma vis\u00e3o integrada, sist\u00eamica e transdisciplinar da gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos. Para abordar esses problemas, novas \u00e1reas do conhecimento t\u00eam se integrado para disponibilizar t\u00e9cnicas para garantir seguran\u00e7a h\u00eddrica em m\u00faltiplas escalas espaciais (municipais, estaduais, regionais, nacionais e at\u00e9 transfronteiri\u00e7as). S\u00e3o exemplos dessas abordagens as diversas t\u00e9cnicas de aprendizado de m\u00e1quina, m\u00e9todos de tomada de decis\u00e3o diante de incertezas profundas (DMDU-decision making under deep uncertainty), sistemas multiagentes que associados aos modelos f\u00edsicos tradicionais podem contribuir para uma melhor representa\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica e da complexidade dos sistemas h\u00eddricos e, portanto, resultar em melhores decis\u00f5es. A presente sess\u00e3o t\u00e9cnica busca reunir trabalhos cient\u00edficos no \u00e2mbito da gest\u00e3o adaptativa de sistemas h\u00eddricos em ambientes rurais ou urbanos e que contribuam por meio de procedimentos, metodologias e estudos de caso com a constru\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es e caminhos para seguran\u00e7a h\u00eddrica com sustentabilidade ecossist\u00eamica.<\/p><h3>STE13 &#8211; Hidrologia de Encosta: As ra\u00edzes da ci\u00eancia da \u00e1gua<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Gean Paulo Michel<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Franciele Zanandrea, Masato Kobiyama, Heron Schwarz, Leonardo Rodolfo Paul, Bruno Henrique Abatti<\/p><p>Em uma linguagem l\u00fadica, \u00e9 comum usarmos a analogia que relaciona a bacia hidrogr\u00e1fica \u00e0 anatomia de uma \u00e1rvore. A \u00e1gua entra em uma \u00e1rvore atrav\u00e9s de suas ra\u00edzes e na bacia hidrogr\u00e1fica estas ra\u00edzes s\u00e3o as encostas, cabeceiras e rios de baixa ordem. Assim, as ra\u00edzes do escoamento est\u00e3o nas encostas. Pensando na ci\u00eancia Hidrologia, podemos ponderar que suas ra\u00edzes modernas residem no estudo da gera\u00e7\u00e3o do escoamento na Hidrologia de Encosta, com a contribui\u00e7\u00e3o de grandes hidr\u00f3logos como Horton, Hewlett, Dunne, Kirkby e Dietrich, entre outros. Embora a Hidrologia tenha avan\u00e7ado muito e incorporado in\u00fameras outras \u00e1reas, a raiz da Hidrologia, a Hidrologia de Encosta, ainda apresenta grandes desafios cient\u00edficos a serem respondidos, principalmente para encostas com caracter\u00edsticas similares \u00e0quelas encontradas no Brasil. Algumas perguntas ainda em aberto para a nossa regi\u00e3o s\u00e3o: Como se d\u00e3o os fluxos preferenciais, ou seja, quais os caminhos da \u00e1gua no solo e acima dele nas encostas? Em que situa\u00e7\u00f5es o processo de fill and spill controla o fluxo de \u00e1gua nestas encostas? Como\/Quando as bacias de ordem zero e os canais ef\u00eameros conectam-se com a rede de drenagem? Como a mudan\u00e7a de uso do solo nas encostas afeta os padr\u00f5es de resposta hidrol\u00f3gica e a ocorr\u00eancia de movimentos de massa? De onde vem a \u00e1gua que deflagra deslizamentos? Como os fluxos de detritos remodelam a paisagem das encostas alterando os padr\u00f5es de conectividade? Assim, esta sess\u00e3o busca reunir pesquisadores interessados no monitoramento e modelagem de processos hidrol\u00f3gicos de encostas, no estudo da deflagra\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o de movimentos de massa nas encostas e nos mecanismos de conectividade encosta-canal.<\/p><h3>STE14 &#8211; Hidrologia no arco do desmatamento da Amaz\u00f4nia<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> PAULO R\u00d3GENES MONTEIRO PONTES<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Rosane Barbosa Lopes Cavalcante, Ayan Santos Fleischmann, Gabriel Brito Costa, Carlos Moreira de Souza J\u00fanior<\/p><p>O arco do desmatamento \u00e9 o nome comumente utilizado para designar uma \u00e1rea largamente desmatada nas \u00faltimas d\u00e9cadas na transi\u00e7\u00e3o entre os biomas Amaz\u00f4nia e Cerrado. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e o desmatamento t\u00eam impactado sinergicamente os balan\u00e7os de \u00e1gua e energia locais, afetando a provis\u00e3o de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, bem como a seguran\u00e7a h\u00eddrica, energ\u00e9tica e alimentar da regi\u00e3o. A Amaz\u00f4nia possui ambientes importantes para o balan\u00e7o global de gases estufa, como extensas \u00e1reas \u00famidas. Mas, emiss\u00f5es tamb\u00e9m ocorrem em \u00e1reas desmatadas, como aquelas convertidas em pastagem, mas um avan\u00e7o das \u00e1reas agr\u00edcolas tem sido observado na \u00faltima d\u00e9cada principalmente na parte sul dessa regi\u00e3o. O manejo dessas \u00e1reas, incluindo o pousio e a irriga\u00e7\u00e3o, \u00e9 determinante para o impacto das mudan\u00e7as de uso do solo e para a qualidade e quantidade de \u00e1gua dos rios e ecossistemas aqu\u00e1ticos. Adicionalmente, a regi\u00e3o possui a maior sazonalidade hidroclim\u00e1tica da Amaz\u00f4nia, sendo potencialmente sens\u00edvel a impactos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Antever altera\u00e7\u00f5es nos rios e suas consequ\u00eancias locais, regionais e nacionais \u00e9 essencial para o planejamento da regi\u00e3o. A regenera\u00e7\u00e3o natural e iniciativas de reflorestamento ativo tamb\u00e9m s\u00e3o importantes fatores a serem considerados, e vem ganhando import\u00e2ncia na gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos. Junto com a cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas, s\u00e3o as principais medidas para a conserva\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. Por\u00e9m, a efetividade destas a\u00e7\u00f5es \u00e9 cada vez mais cobrada. Assim, convidamos a comunidade cient\u00edfica para submeter trabalhos que aperfei\u00e7oem o conhecimento cient\u00edfico sobre os recursos h\u00eddricos no arco do desmatamento, buscando uma vis\u00e3o interdisciplinar. Contribui\u00e7\u00f5es abrangem pesquisas hidrol\u00f3gicas e estudos de caso na regi\u00e3o, relacionados a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e de uso do solo, meteorologia, disponibilidade h\u00eddrica, vaz\u00e3o de base, qualidade da \u00e1gua, eros\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de energia hidrel\u00e9trica, aspectos socioecon\u00f4micos, servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, conserva\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o do solo, ecologia da paisagem, biodiversidade e gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos.<\/p><h3>STE15 &#8211; Hidrologia Subterr\u00e2nea: Modelagem, Monitoramento, Contamina\u00e7\u00e3o, Remedia\u00e7\u00e3o e Avalia\u00e7\u00e3o de Risco\u00a0 (Groundwater Hydrology: Modeling, Monitoring, Contamination, Remediation and Risk Analysis)<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Clyvihk Renna Camacho<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: OTTO CORREA ROTUNNO FILHO, Itabaraci Nazareno Cavalcante, PAULO HENRIQUE FERREIRA GALV\u00c3O, Cristovaldo Bispo dos Santos, Roberto Eduardo Kirchheim, Luiz Alberto Vedana, GUILLAUME F. BERTRAND<br \/><strong>Debatedores<\/strong>: Maria Antonieta Mour\u00e3o, Augusto Getirana, Daniele Tokunaga Genaro<\/p><p>A sess\u00e3o busca situar a modelagem do fluxo de \u00e1gua subterr\u00e2nea no contexto hidrol\u00f3gico nacional e internacional. A componente de \u00e1gua subterr\u00e2nea necessita ser melhor entendida dentro do ciclo hidrol\u00f3gico. Os mananciais h\u00eddricos subterr\u00e2neos s\u00e3o os maiores estoques de \u00e1gua doce n\u00e3o congelada no mundo. No Brasil estes mananciais s\u00e3o tradicionalmente utilizados como fontes de abastecimento de \u00e1gua para o uso dom\u00e9stico, industrial ou agr\u00edcola. A qualidade de suas \u00e1guas, aliada \u00e0 facilidade de extra\u00e7\u00e3o em locais em escassez de \u00e1guas de superf\u00edcie, tem sido um fator importante e decisivo para o desenvolvimento de sistemas de extra\u00e7\u00e3o em larga escala e de reduzidos custos visando satisfazer, quase sempre, demandas cada vez mais elevadas. A qualidade e quantidade das \u00e1guas subterr\u00e2neas, entretanto, podem ser comprometidas caso a explota\u00e7\u00e3o n\u00e3o seja fundamentada em estudos preliminares de planejamento e uso sustent\u00e1vel dos mananciais.<\/p><p>\u00c9 importante que seja assegurada \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras uma disponibilidade h\u00eddrica em padr\u00f5es de qualidade adequados aos respectivos usos, bem como a prote\u00e7\u00e3o dos mananciais contra fontes de poluentes. Cabe ressaltar, ainda, que a recupera\u00e7\u00e3o de aqu\u00edferos contaminados ou superexplotados \u00e9 complexa, tendo em vista a lenta renova\u00e7\u00e3o de suas \u00e1guas, com velocidades de fluxo extremamente reduzidas, bem como os elevados custos de remedia\u00e7\u00e3o.<\/p><p>A avalia\u00e7\u00e3o integrada de das \u00e1guas subterr\u00e2neas e superficiais constitui a forma mais adequada da gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos de uma regi\u00e3o. A gest\u00e3o deve sempre ser estabelecida com base na avalia\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es hidrogeol\u00f3gicas espec\u00edficas, bem como de poss\u00edveis impactos ambientais associados ao desenvolvimento e implanta\u00e7\u00e3o de equipamentos de extra\u00e7\u00e3o para satisfazer demandas m\u00faltiplas e usos cada vez mais competitivos de \u00e1gua. De fato, o planejamento deve ser realizado com base na representa\u00e7\u00e3o conceitual f\u00edsico do dom\u00ednio, incluindo processos de fluxo e de transporte de massa que ocorrem no meio poroso, fraturado e\/ou c\u00e1rstico.<\/p><h3>STE16 &#8211; Mec\u00e2nica dos Fluidos Ambiental e Limnologia F\u00edsica<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Michael Mannich<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Tobias Bleninger, Lais Ferrer Amorim de Oliveira, Laura Melo Vieira Soares, IRAN EDUARDO LIMA NETO<\/p><p>A limnologia e a mec\u00e2nica dos fluidos ambiental focam em processos e intera\u00e7\u00f5es que v\u00e3o al\u00e9m da hidr\u00e1ulica tradicional. Especificamente, s\u00e3o inclu\u00eddos processos de mistura e transporte de subst\u00e2ncias dissolvidas ou em suspens\u00e3o, sendo analisados aspectos f\u00edsicos, incluindo turbul\u00eancia, dispers\u00e3o e estratifica\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica e qu\u00edmica. E estes s\u00e3o agregados e integrados com a an\u00e1lise de processos de transfer\u00eancia nas interfaces (superf\u00edcie, fundo e interfaces de densidade). Os ambientes em considera\u00e7\u00e3o s\u00e3o lagos, reservat\u00f3rios e \u00e1guas costeiras, com foco nos estu\u00e1rios, bem como sistemas fluviais onde as caracter\u00edsticas de transporte s\u00e3o influenciadas pela densidade.<\/p><p>Esta sess\u00e3o visa conectar pesquisas que envolvem monitoramento e modelagem de sistemas aqu\u00e1ticos sob uma perspectiva quantitativa, enfatizando como os processos f\u00edsicos interagem com a din\u00e2mica biogeoqu\u00edmica em escalas microsc\u00f3picas e macrosc\u00f3picas. Neste contexto, a ABRHidro \u00e9 pioneira em acolher pesquisadores e profissionais atuantes nesta tem\u00e1tica e deve ser refer\u00eancia cont\u00ednua para este grupo t\u00e9cnico. S\u00e3o esperadas contribui\u00e7\u00f5es com abordagens te\u00f3ricas ou aplicadas que visam \u00e0 compreens\u00e3o de fen\u00f4menos complexos, oferecendo previsibilidade e apoio \u00e0 tomada de decis\u00e3o. Os temas abrangem, mas n\u00e3o est\u00e3o restritas a:<\/p><ul><li>Descri\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos f\u00edsicos e biogeoqu\u00edmicos, modelagem, estudos de laborat\u00f3rio e campo, da dispers\u00e3o de pluma de contaminantes e de aspectos que afetam a qualidade da \u00e1gua;<\/li><li>Identifica\u00e7\u00e3o da influ\u00eancia de for\u00e7antes hidrol\u00f3gicos e meteorol\u00f3gicos sobre a circula\u00e7\u00e3o e suas implica\u00e7\u00f5es em termos do transporte de subst\u00e2ncias (nutrientes, mat\u00e9ria org\u00e2nica e fitopl\u00e2ncton) e calor;<\/li><li>T\u00e9cnicas de engenharia e de tecnologia para lan\u00e7amento de efluentes ou estruturas de capta\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos no monitoramento, em especial, sensores\/plataformas (individuais, automatizados, aut\u00f4nomos, etc.), descrevendo sua escala temporal, capacidade e limita\u00e7\u00f5es inerentes;<\/li><li>Processamento de dados monitorados em diferentes escalas espaciais e temporais para compreender fen\u00f4menos da limnologia f\u00edsica;<\/li><\/ul><h3>STE17 &#8211; METODOLOGIAS DE AVALIA\u00c7\u00c3O DA QUALIDADE AMBIENTAL EM \u00c1GUAS SUPERFICIAIS<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Aichely Rodrigues da Silva<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Francisco da Silva Costa, MARCELO FRANCISCO DA SILVA, ALESSANDRA LARISSA D OLIVEIRA FONSECA, LUIZ CARLOS ARAUJO DOS SANTOS, MARCIA ELIANE SILVA CARVALHO, Claudinei Jos\u00e9 Rodrigues, Joaquim Paulo de Almeida J\u00fanior<br \/><strong>Debatedores<\/strong>: Rodrigo Lima Santos, Carlos Ribeiro, Ant\u00f3nio Avelino Batista Oliveira, An\u00e9zia Maria Fons\u00eaca Barbosa<\/p><p>No Brasil, a principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 referente ao uso da \u00e1gua, e n\u00e3o \u00e0 qualidade ambiental, a exemplo, do enquadramento das \u00e1guas para uso e destina\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica. O pa\u00eds disp\u00f5e de cerca 12% da disponibilidade mundial de recursos h\u00eddricos, que \u00e9 de 1,5 milh\u00f5es de m3\/s. Entretanto, essas \u00e1guas superficiais apresentam quadros cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade devido ao lan\u00e7amento de efluentes dom\u00e9sticos e industriais sem tratamento ou com tratamento inadequado, \u00e0s pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias e \u00e0s press\u00f5es da urbaniza\u00e7\u00e3o.<\/p><p>A tem\u00e1tica no tocante a qualidade das \u00e1guas superficiais e seu efeito sobre o ecossistema ainda \u00e9 deficiente, visto que nossa legisla\u00e7\u00e3o vigente, n\u00e3o demonstra preocupa\u00e7\u00e3o com os bioindicadores, como na Diretiva Quadro da \u00c1gua da Comunidade Europeia. Na Uni\u00e3o Europeia, pelas v\u00e1rias diretivas, preza pelo bom estado ecol\u00f3gico dos ambientes aqu\u00e1ticos. Destaca-se que a qualidade das \u00e1guas \u00e9 essencial para a \u00e1rea econ\u00f4mica, social, cultural, sa\u00fade p\u00fablica e ambiental, sendo um problema presente em v\u00e1rias d\u00e9cadas, tanto no Brasil como em outros pa\u00edses. Portugal, assim como o Brasil, apesar de dispor da Directiva do Quadro da \u00c1gua tem problemas quanto \u00e0 intercalibra\u00e7\u00e3o das an\u00e1lises, j\u00e1 que os corpos d?\u00e1gua diferem no tamanho e na geologia da capta\u00e7\u00e3o, nas esp\u00e9cies e nas taxas de bioindicadores presentes.<\/p><p>As contribui\u00e7\u00f5es da sess\u00e3o tem\u00e1tica abrangem aos seguintes t\u00f3picos:<\/p><ul><li>Indicadores, \u00edndices e metodologias de avalia\u00e7\u00e3o da qualidade das \u00e1guas superficiais;<\/li><li>Estudos de restaura\u00e7\u00e3o de corpos d?\u00e1gua;<\/li><li>Estrat\u00e9gias de integra\u00e7\u00e3o e envolvimento dos cidad\u00e3os e de profissionais que trabalham com a tem\u00e1tica abordada e de fomento da integra\u00e7\u00e3o dos setores privado, p\u00fablico e Academia;<\/li><li>Estudos com enfoque nas a\u00e7\u00f5es p\u00fablico e privado na tomada de decis\u00f5es sobre os recursos h\u00eddricos, assim como implementa\u00e7\u00e3o de modelos de governan\u00e7a multin\u00edvel;<\/li><li>Estrat\u00e9gias de implementa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de capacita\u00e7\u00e3o e aumento da literacia ambiental.<\/li><\/ul><h3>STE18 &#8211; Modelagem Num\u00e9rica e F\u00edsica de Escoamentos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Jos\u00e9 Carlos Cesar Amorim<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: MAURICIO DAI PRA, Jos\u00e9 Carlos Cesar Amorim, Marcelo Giulian Marques, EDNA MARIA DE FARIA VIANA, Ana Let\u00edcia Pilz de Castro, Mariane Kempka<\/p><p>Sess\u00e3o t\u00e9cnica especial concebida a partir da necessidade de ampliar as discuss\u00f5es acerca da modelagem f\u00edsica e num\u00e9rica de escoamentos complexos, sob a \u00f3tica da necess\u00e1ria indissociabilidade destas ferramentas com os resultados obtidos em campo.<\/p><p>A aplica\u00e7\u00e3o dos resultados obtidos em modelagem de escoamentos tem sido cada vez mais frequente e importante no setor de recursos h\u00eddricos nacional e internacional. A necess\u00e1ria discuss\u00e3o da validade destes resultados \u00e9 que demanda maior aten\u00e7\u00e3o em um momento em que o uso deste tipo de ferramenta tem se tornado intenso e nem sempre cercado dos devidos cuidados na aplica\u00e7\u00e3o\/interpreta\u00e7\u00e3o de respostas obtidas rapidamente e com uso pr\u00e1tico imediato.<\/p><p>Esta sess\u00e3o tem a expectativa de incorporar trabalhos relacionados a aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica da modelagem num\u00e9rica e\/ou f\u00edsica, relacionados a escoamentos a superf\u00edcie livre ou pressurizados, e aplicados aos diversos setores que comp\u00f5e a \u00e1rea dos recursos h\u00eddricos (saneamento em geral, drenagem urbana, irriga\u00e7\u00e3o, navega\u00e7\u00e3o, gera\u00e7\u00e3o de energia, minera\u00e7\u00e3o, dentre outros). Tamb\u00e9m s\u00e3o esperadas contribui\u00e7\u00f5es que apresentem avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos apoiados na valida\u00e7\u00e3o de resultados obtidos por modelagem com resultados obtidos em campo ou em prot\u00f3tipos.<\/p><h3>STE19 &#8211; MONITORAMENTO DE BAIXO CUSTO E TECNOLOGIAS EMERGENTES EM HIDROLOGIA<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Jo\u00e3o Henrique Macedo S\u00e1<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Davi Edson Sales e Souza, L\u00edvia Malacarne Pinheiro Rosalem, Alondra Beatriz Alvarez Perez, Dimaghi Schwamback, Jamil Alexandre Ayach Anache<\/p><p>O monitoramento hidrol\u00f3gico cont\u00ednuo e representativo de diferentes ambientes \u00e9 fundamental para o avan\u00e7o na compreens\u00e3o do ciclo hidrol\u00f3gico, avalia\u00e7\u00e3o de modelos e gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos. No Brasil, os principais dados monitorados s\u00e3o vaz\u00e3o e precipita\u00e7\u00e3o. O custo de implementa\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de equipamentos e sensores \u00e9 um dos principais desafios para amplia\u00e7\u00e3o da \u00e1rea monitorada e aumento do n\u00famero das componentes hidrol\u00f3gicas monitoradas. Este desafio \u00e9 ainda maior para entidades dedicadas \u00e0 pesquisa, onde os recursos financeiros s\u00e3o reduzidos. Esta sess\u00e3o busca discutir e motivar o uso de tecnologias alternativas \u00e0s tradicionalmente utilizadas em hidrologia, com menor custo, a fim de permitir o avan\u00e7o no monitoramento hidrol\u00f3gico de excel\u00eancia para todos. Assim, ser\u00e3o abordados os seguintes t\u00f3picos:<\/p><ol><li>Utiliza\u00e7\u00e3o de metodologias e ferramentas de baixo custo, inovadoras e\/ou emergentes no monitoramento dos componentes do balan\u00e7o h\u00eddrico, em diferentes escalas;<\/li><li>An\u00e1lise de fontes de incertezas e acur\u00e1cia nos componentes estimados do balan\u00e7o h\u00eddrico;<\/li><\/ol><p>iii. Avalia\u00e7\u00e3o comparativa de metodologias e tecnologias aplicadas ao monitoramento hidrol\u00f3gico.<\/p><p>Encorajamos submiss\u00f5es de trabalhos que utilizaram diferentes abordagens metodol\u00f3gicas. S\u00e3o bem vindos trabalhos nas seguintes tem\u00e1ticas: Novos sistemas de sensores, utilizando tecnologias de formas novas ou n\u00e3o tradicionais; solu\u00e7\u00f5es de armazenamento ou transmiss\u00e3o de dados; e avalia\u00e7\u00f5es de incerteza em estimativas passadas\/futuras dos componentes do balan\u00e7o h\u00eddrico e suas implica\u00e7\u00f5es. Incentivamos que os autores apresentem seus prot\u00f3tipos, processos de calibra\u00e7\u00e3o e fa\u00e7am demonstra\u00e7\u00f5es de seu uso.<\/p><h3>STE20 &#8211; New science for operational hydrology in Latin America<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Pedro Luiz Borges Chaffe<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Rodrigo Cauduro Dias de Paiva, JHAN CARLO ESPINOZA, MARCUS SUASSUNA SANTOS, G\u00fcnter Bl\u00f6schl, Cristov\u00e3o Vicente Scapulatempo Fernandes<\/p><p>Latin America is home of several unique hydrological systems with some of the largest basins in the world. The combination of diverse climates, biomes, complex topography and ecosystems with a rapid growing human footprint makes it the perfect test bed for exploring hydrological knowledge in the interface of science, policy, and practice in water resources.<\/p><p>In this session, we will explore how advances in the science of hydrology are being implemented in countries of Latin America, regarding a multitude of spatio-temporal scales. This session welcomes both theoretical and case studies that consider observation and modelling systems and the possible effects of social and environmental changes on water resources systems. We hope to understand how operational hydrology is done in the countries of Latin America, in what ways could science improve operational hydrology, how practical problems can inform important scientific questions, and what are the skills and tools necessary for translating hydrological research into operation and decision making in water resources systems of Latin America.<\/p><h3>STE21 &#8211; O &#8220;Velho Chico&#8221;: \u00e1gua que (se) transforma<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> SILVANIO SILVERIO LOPES DA COSTA<\/p><p>i) O rio de integra\u00e7\u00e3o nacional se destaca pela sua capacidade de moldar-se as condi\u00e7\u00f5es que lhe s\u00e3o impostas, sendo capaz de fornecer desde energia \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de comunidades ribeirinhas, e menos favorecidas economicamente.<\/p><p>ii) Essa &#8220;transformidade&#8221; provoca, contudo, impactos que refletem no \u00e2mbito social (quando da falta de alimento para subsist\u00eancia, por exemplo) e ambiental (quando, por exemplo, as altera\u00e7\u00f5es do regime de vaz\u00e3o e o avan\u00e7o da cunha salina). Al\u00e9m disso, h\u00e1 estudos que demonstram a diminui\u00e7\u00e3o da vaz\u00e3o do rio devido a diminui\u00e7\u00e3o do afloramento proveniente do aqu\u00edfero Urucuia, &#8220;maior fornecedor de \u00e1gua para o rio S\u00e3o Francisco (SF)&#8221;.<\/p><p>iii) 1. Trabalhos voltados para o Urucuia. 2. Estudos voltados para o regime de vaz\u00e3o imposto pelas concession\u00e1rias de energia. 3. Discuss\u00f5es sobre os impactos ambientais observados, especialmente, no baixo S\u00e3o Francisco. 4. Proposi\u00e7\u00f5es para uma rede integrada de pesquisas no S\u00e3o Francisco. 5. Regula\u00e7\u00e3o dos irrigantes e outros usu\u00e1rios (cobran\u00e7a pelo uso). 6. Recursos pesqueiros. 7. Cidades ribeirinhas e saneamento b\u00e1sico, em que foram revertidos os investimentos?. 8. Fauna e flora do S\u00e3o Francisco. 9. Desenvolvimento econ\u00f4mico e sustentabilidade .10. Bacias afluentes.<\/p><h3>STE22 &#8211; Opera\u00e7\u00e3o e Manuten\u00e7\u00e3o de Obras de Infraestrutura H\u00eddrica<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Jos\u00e9 Carlos Cesar Amorim<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Aloysio Portugal Maia Saliba, MAURICIO DAI PRA, BRUNO VICTOR VEIGA, JORGE LUIS ZEGARRA TARQUI, CARLOS BARREIRA MARTINEZ, Mila Correa Sampaio<\/p><p>Sess\u00e3o t\u00e9cnica especial concebida a partir da necessidade de ampliar as discuss\u00f5es acerca dos aspectos h\u00eddricos (notadamente hidr\u00e1ulicos e hidrol\u00f3gicos) envolvidos em obras e instala\u00e7\u00f5es relacionados \u00e0 infraestrutura h\u00eddrica. As obras da integra\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco refor\u00e7am a import\u00e2ncia desta discuss\u00e3o, assim como os recentes acidentes com barragens (no Brasil e no mundo) refor\u00e7am ainda mais a urg\u00eancia no avan\u00e7o neste tema.<\/p><p>Os aspectos sociais e ambientais relacionados a estas estruturas est\u00e3o diretamente ligadas \u00e0 sua seguran\u00e7a. A manuten\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o em condi\u00e7\u00f5es adequadas e seguras garante a continuidade dos benef\u00edcios por elas proporcionado.<\/p><p>Espera-se que esta sess\u00e3o t\u00e9cnica possa reunir contribui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas nacionais e internacionais relacionadas com projetos de obras de infraestrutura h\u00eddrica, notadamente quanto a obras que ampliem a disponibilidade h\u00eddrica, tais como barragens e canais (dentre outras). Tamb\u00e9m se espera que aspectos relacionados \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o destas obras sejam contemplados a partir de experi\u00eancias oriundas de diversas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, projetistas e construtoras.<\/p><h3>STE23 &#8211; Previs\u00e3o Hidrol\u00f3gica<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Cleber Henrique de Araujo Gama<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: ARTUR JOSE SOARES MATOS, Reinaldo Silveira, Christopher Cunningham, LUANA FERREIRA GOMES DE PAIVA, C\u00e1ssia Silmara Aver Paranhos, Fernando Mainardi Fan, Ingrid Petry, Daniel Firmo Kazay<\/p><p>A antecipa\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de vaz\u00e3o em rios \u00e9 muito valiosa, seja para a otimiza\u00e7\u00e3o do uso de recursos h\u00eddricos e energ\u00e9ticos ou para a mitiga\u00e7\u00e3o de impactos negativos de eventos hidrol\u00f3gicos, pois permite a emiss\u00e3o de alertas, tomada de decis\u00e3o na opera\u00e7\u00e3o de obras hidr\u00e1ulicas, execu\u00e7\u00e3o de planos de resposta a emerg\u00eancias, entre outras prepara\u00e7\u00f5es.<\/p><p>Para prover previs\u00f5es de vaz\u00e3o de boa qualidade e em tempo apropriado \u00e9 necess\u00e1rio prever corretamente o comportamento de um sistema natural complexo, modificado por a\u00e7\u00f5es humanas, que \u00e9 uma bacia hidrogr\u00e1fica. Al\u00e9m disso, as previs\u00f5es de vaz\u00f5es devem ser feitas utilizando informa\u00e7\u00f5es incompletas e incertas de vari\u00e1veis meteorol\u00f3gicas e hidrol\u00f3gicas. Destaca-se tamb\u00e9m que a qualidade dessas informa\u00e7\u00f5es precisa ser analisada e, em muitos momentos, a mesma precisa ser revisada.<\/p><p>Esta sess\u00e3o ser\u00e1 uma oportunidade para reunir cientistas, hidr\u00f3logos, engenheiros, meteorologistas, e demais profissionais interessados em explorar o uso de t\u00e9cnicas de previs\u00e3o hidrol\u00f3gica ou hidrometeorol\u00f3gica e suas aplica\u00e7\u00f5es. S\u00e3o bem-vindos todos os tipos de aplica\u00e7\u00f5es de t\u00e9cnicas e estudos de caso.<\/p><p>A sess\u00e3o busca trabalhos que envolvem previs\u00f5es nas escalas de prazos curto, m\u00e9dio, sub sazonal e sazonal.<\/p><p>As contribui\u00e7\u00f5es abrangem, mas n\u00e3o est\u00e3o restritas, aos seguintes t\u00f3picos:<\/p><ul><li>Desenvolvimento de modelos e sistemas de previs\u00e3o;<\/li><li>Avalia\u00e7\u00e3o do desempenho e qualidade de previs\u00f5es;<\/li><li>Investiga\u00e7\u00e3o em previs\u00e3o por conjunto (ensemble);<\/li><li>T\u00e9cnicas para melhorar a aptid\u00e3o dos sistemas de previs\u00e3o;<\/li><li>Estrat\u00e9gias para equilibrar o conhecimento humano e a automa\u00e7\u00e3o em sistemas de previs\u00e3o.<\/li><\/ul><p>A sess\u00e3o busca trabalhos que envolvem tanto aspectos metodol\u00f3gicos gerais quanto estudos de casos. Estudos de caso com diferentes usu\u00e1rios, escalas espa\u00e7o-temporais, intervalos de previs\u00e3o, regimes hidrol\u00f3gicos e meteorol\u00f3gicos s\u00e3o bem-vindos.<\/p><p>Atenta-se ao fato que previs\u00f5es ou proje\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas (como de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas) n\u00e3o s\u00e3o o interesse desta sess\u00e3o.<\/p><h3>STE24 &#8211; Recursos h\u00eddricos da Amaz\u00f4nia<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Ayan Santos Fleischmann<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Alice C\u00e9sar Fassoni de Andrade, Rodrigo Cauduro Dias de Paiva, Fabrice Papa, MARIE-PAULE BONNET, Rosane Barbosa Lopes Cavalcante<br \/><strong>Debatedor<\/strong>: Rog\u00e9rio Ribeiro Marinho<\/p><p>A Bacia Amaz\u00f4nica abriga o maior e mais complexo sistema hidrol\u00f3gico continental com m\u00faltiplos rios e \u00e1reas \u00famidas. Abrange sete pa\u00edses e quatro dos dez maiores rios do mundo em vaz\u00e3o. O Rio Amazonas exporta quase 20% do total da \u00e1gua doce que chega aos oceanos anualmente, al\u00e9m de uma grande quantidade de sedimentos e material dissolvido. Complexos sistemas s\u00f3cio-ecol\u00f3gicos se adaptam ao pulso anual de inunda\u00e7\u00e3o e interagem com a din\u00e2mica hidrol\u00f3gica nesta bacia. As \u00e1reas \u00famidas amaz\u00f4nicas s\u00e3o pe\u00e7as-chave no ciclo de carbono global, e o fluxo de \u00e1gua transpirado pelas florestas da regi\u00e3o contribui diretamente para a forma\u00e7\u00e3o das chuvas para diferentes regi\u00f5es da Am\u00e9rica do Sul. Por outro lado, a regi\u00e3o tem enfrentado grandes desafios associados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e antropog\u00eanicas, como a intensifica\u00e7\u00e3o de cheia e secas nos \u00faltimos anos, constru\u00e7\u00f5es de hidrel\u00e9tricas, garimpo ilegal e desmatamento.<\/p><p>Grandes avan\u00e7os em monitoramento in situ, sensoriamento remoto e modelagem hidrol\u00f3gica t\u00eam permitido uma melhor compreens\u00e3o do papel dos recursos h\u00eddricos nesta bacia face \u00e0s mudan\u00e7as ambientais. Assim, esta sess\u00e3o t\u00e9cnica busca apresentar as contribui\u00e7\u00f5es mais recentes sobre a hidrologia da Amaz\u00f4nia e as implica\u00e7\u00f5es para a gest\u00e3o dos recursos h\u00eddricos, ecologia, clima, geomorfologia, etc. Estudos que elucidam processos hidrol\u00f3gicos,\u00a0 morfodin\u00e2micos e sedimentol\u00f3gicos na regi\u00e3o s\u00e3o esperados, assim como abordagens interdisciplinares, por exemplo, sobre a rela\u00e7\u00e3o entre recursos h\u00eddricos, mudan\u00e7as ambientais, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, ecossistemas aqu\u00e1ticos e impactos nos modos de vida ribeirinhos. Contribui\u00e7\u00f5es descrevendo iniciativas para democratizar o acesso \u00e0 \u00e1gua em quantidade e qualidade adequadas ao longo da regi\u00e3o s\u00e3o incentivadas, abordando os desafios regionais enfrentados pela Amaz\u00f4nia. Por fim, pesquisadores\/as e gestores com atua\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia s\u00e3o convidados a contribuir para o debate sobre como promover a gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos e redu\u00e7\u00e3o dos impactos de desastres naturais em escala regional, nacional e pan-amaz\u00f4nica.<\/p><h3>STE25 &#8211; Seguran\u00e7a de Barragens<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Jussara Cabral Cruz<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: INGRID ILLICH MULLER<\/p><p>A comunidade da ABRHidro tem tido uma atua\u00e7\u00e3o fundamental para o avan\u00e7o do tema de seguran\u00e7a de barragens no pa\u00eds, desde o desenvolvimento tecnol\u00f3gico at\u00e9 a elabora\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00f5es e regulamenta\u00e7\u00f5es nacionais que, hoje, colocam o Brasil como uma refer\u00eancia mundial. Manter ativo o tema e o compartilhamento de experi\u00eancias e de avan\u00e7os cient\u00edficos e tecnol\u00f3gicos entre os membros de sua\u00a0 comunidade representa uma significativa contribui\u00e7\u00e3o da ABRHidro para a sociedade brasileira e sua seguran\u00e7a h\u00eddrica.<\/p><p>Existem mais de 24 mil barragens cadastradas no Brasil e muitos indicativos t\u00e9cnicos de que o n\u00famero de barragens realmente existentes seja significativamente maior. A maioria delas \u00e9 de barragens de acumula\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para usos m\u00faltiplos e s\u00e3o nelas onde est\u00e3o sendo verificadas as maiores dificuldades de implementa\u00e7\u00e3o dos instrumentos da Pol\u00edtica Nacional de Seguran\u00e7a de Barragens &#8211; PNSB. Mesmo para as barragens para as quais os instrumentos da PNSB s\u00e3o elaborados, existem v\u00e1rios desafios para sua implementa\u00e7\u00e3o e para a conex\u00e3o com os instrumentos da pol\u00edtica de defesa civil.<\/p><p>Nesse sentido, espera-se que sejam apresentadas contribui\u00e7\u00f5es sobre avalia\u00e7\u00e3o de riscos e danos potenciais, hidr\u00e1ulica de barragens, t\u00e9cnicas e instrumentos de monitoramento e inspe\u00e7\u00e3o, simula\u00e7\u00f5es de rompimento hipot\u00e9tico, avalia\u00e7\u00e3o de impactos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e altera\u00e7\u00f5es de altera\u00e7\u00e3o de regimes hidrol\u00f3gicos, planejamento de a\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia e integra\u00e7\u00e3o com planos de conting\u00eancia, estudos de casos de rompimentos de barragens, t\u00e9cnicas e moderniza\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o, entre outros.<\/p><h3>STE26 &#8211; Sensoriamento remoto da \u00e1gua: avan\u00e7os t\u00e9cnicos-cient\u00edficos e aplica\u00e7\u00f5es na nova era de disponibilidade de informa\u00e7\u00e3o<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> ANDERSON LUIS RUHOFF<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: Rodrigo Cauduro Dias de Paiva, Alice C\u00e9sar Fassoni de Andrade, MARIELLE GOSSET, Daniel Medeiros Moreira, Fabrice Papa<br \/><strong>Debatedor<\/strong>: Felipe de Lucia Lobo<\/p><p>Avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos na observa\u00e7\u00e3o do sistema terrestre por sensoriamento remoto permitem o monitoramento do ciclo hidrol\u00f3gico terrestre de maneira cont\u00ednua, distribu\u00edda e detalhada, incluindo vari\u00e1veis como precipita\u00e7\u00e3o, evapotranspira\u00e7\u00e3o, umidade do solo, n\u00edveis d&#8217;\u00e1gua superficiais e extens\u00e3o de corpos h\u00eddricos, varia\u00e7\u00f5es no armazenamento total de \u00e1gua, e qualidade da \u00e1gua. A partir da disponibilidade sem precedentes de dados espaciais, uma mudan\u00e7a de paradigma est\u00e1 em andamento em termos de compreens\u00e3o de processos hidrol\u00f3gicos. Ainda persistem grandes desafios relacionados ao desenvolvimento de melhores m\u00e9todos de estimativas hidrol\u00f3gicas via sensoriamento remoto, \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de metodologias para operacionaliza\u00e7\u00e3o do uso dessas informa\u00e7\u00f5es e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos capacitados. Existem hoje muitas oportunidades para o uso efetivo dessas informa\u00e7\u00f5es para estudos, diagn\u00f3sticos e acompanhamento de sistemas hidrol\u00f3gicos, altera\u00e7\u00f5es ambientais e aplica\u00e7\u00f5es para tomada de decis\u00e3o na gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos. Essa sess\u00e3o ser\u00e1 uma oportunidade para reunir cientistas, hidr\u00f3logos, engenheiros e demais profissionais interessados em conhecer e compartilhar t\u00e9cnicas de sensoriamento remoto para a observa\u00e7\u00e3o do ciclo hidrol\u00f3gico terrestre.<\/p><h3>STE27 &#8211; Solu\u00e7\u00f5es baseadas na Natureza (SbN) na \u00e1rea de recursos h\u00eddricos<\/h3><p><strong>Coordenador Principal:<\/strong> Claudia Moster<\/p><p>Na busca de solu\u00e7\u00f5es para os diferentes problemas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade e qualidade dos recursos h\u00eddricos, v\u00e1rias tecnologias s\u00e3o desenvolvidas, em diferentes \u00e1reas do conhecimento. Da mesma forma, novos conceitos s\u00e3o incorporados \u00e0 gest\u00e3o de recursos h\u00eddricos, como \u00e9 o caso da aplica\u00e7\u00e3o de Solu\u00e7\u00f5es baseadas na Natureza (SbN). Embora no exterior a difus\u00e3o dessas t\u00e9cnicas seja crescente, no Brasil essas iniciativas ainda s\u00e3o incipientes, e quase inexistentes em algumas regi\u00f5es. Dessa forma, considera-se que o conhecimento t\u00e9cnico, a difus\u00e3o de exemplos de aplica\u00e7\u00e3o que possam subsidiar tomadas de decis\u00e3o, e a divulga\u00e7\u00e3o de estudos que demonstrem a viabilidade de t\u00e9cnicas adaptadas \u00e0 realidade local, podem contribuir para a ado\u00e7\u00e3o dessas pr\u00e1ticas. A aplica\u00e7\u00e3o das SbN permeia diferentes \u00e1reas, por exemplo, drenagem urbana, seguran\u00e7a h\u00eddrica e alimentar, implanta\u00e7\u00e3o de infraestrutura verde e resili\u00eancia \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas (RODRIGUES et al., 2021). Os objetivos de desenvolvimento sustent\u00e1vel (ODS) da ONU contemplam os conceitos de cidades sustent\u00e1veis e bem-estar, destacados como ODS 11 e 3, respectivamente, mas o tema apresenta rela\u00e7\u00e3o com praticamente todos os 17 ODS propostos. Espera-se que essa sess\u00e3o t\u00e9cnica especial seja um momento oportuno para a troca de experi\u00eancias e a apresenta\u00e7\u00e3o de resultados obtidos em pesquisas e trabalhos profissionais. As contribui\u00e7\u00f5es a serem apresentadas poder\u00e3o abordar diferentes tipos de solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza aplicadas na \u00e1rea de recursos h\u00eddricos, como a descri\u00e7\u00e3o de\u00a0 t\u00e9cnicas e suas recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, apresenta\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros de avalia\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia, de estudos de caso, de experi\u00eancias de aplica\u00e7\u00e3o, em ambiente urbano ou rural.<\/p><h3>STE28 &#8211; T\u00e9cnicas de drenagem urbana sustent\u00e1veis para a mitiga\u00e7\u00e3o dos efeitos da urbaniza\u00e7\u00e3o: controle de quantidade e qualidade, governan\u00e7a e integra\u00e7\u00e3o com planejamento urbano<\/h3><p><strong>Coordenador Principal<\/strong>: Marina Batalini de Macedo<br \/><strong>Coordenadores<\/strong>: LIGIA MARIA NASCIMENTO DE ARAUJO, Maria Clara Fava, Ana\u00ed Floriano Vasconcelos, Caroline Kozak, Maria Fernanda N\u00f3brega dos Santos, Priscilla Macedo Moura, Maria Elisa Leite Costa<\/p><p>A urbaniza\u00e7\u00e3o mostrou nas \u00faltimas d\u00e9cadas tend\u00eancia crescente e irrevers\u00edvel, na grande maioria dos pa\u00edses. Os impactos negativos desse processo atingem todos os aspectos da qualidade de vida dos cidad\u00e3os, sendo especialmente verificados nos recursos h\u00eddricos &#8211; disponibilidade e qualidade. As consequ\u00eancias da aus\u00eancia de planejamento integrado dos servi\u00e7os de saneamento b\u00e1sico e da gest\u00e3o territorial, com foco na drenagem urbana, acompanhada de medidas equivocadas com interven\u00e7\u00f5es locais que causam externalidades negativas, determinam cen\u00e1rios de inunda\u00e7\u00f5es e alagamentos, degrada\u00e7\u00e3o de rios urbanos e da qualidade da \u00e1gua. Solu\u00e7\u00f5es alternativas e inovadoras t\u00eam sido propostas para reduzir os efeitos do impacto da urbaniza\u00e7\u00e3o no ciclo hidrol\u00f3gico natural. S\u00e3o elas: sistemas de drenagem urbana sustent\u00e1vel (SUDS), desenvolvimento de baixo impacto (LID), solu\u00e7\u00f5es baseadas na natureza (SBN), dentre outras nomenclaturas que aplicam t\u00e9cnicas estruturais e n\u00e3o estruturais de forma difusa na bacia. Tais solu\u00e7\u00f5es visam promover: o armazenamento do escoamento superficial, a infiltra\u00e7\u00e3o e\/ou evapotranspira\u00e7\u00e3o ou sua coleta para reuso, reduzindo o aporte imediato de polui\u00e7\u00e3o difusa e de escoamento superficial aos cursos d?\u00e1gua; a gest\u00e3o integrada hol\u00edstica de recursos h\u00eddricos em escala urbana e de bacia hidrogr\u00e1fica; dentre outros objetivos. Essas alternativas est\u00e3o alinhadas com os ODS 6 ? \u00e1gua limpa e saneamento, ODS 11 ? cidades sustent\u00e1veis e ODS 13 ? a\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, dentre outros de forma interdisciplinar e por abordagens integradas. \u00c9 necess\u00e1rio o aumento das medidas de governan\u00e7a, regula\u00e7\u00e3o e clareza nas atribui\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o para o correto manejo das \u00e1guas pluviais e drenagem urbana, al\u00e9m de fomentar as discuss\u00f5es acerca da qualidade da \u00e1gua nesses momentos. Essas medidas precisam ser difundidas e concretizadas com sua incorpora\u00e7\u00e3o aos planos diretores e planos de saneamento b\u00e1sico, exigidas em regulamenta\u00e7\u00f5es sobre a presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de saneamento e concess\u00e3o de outorga de uso da \u00e1gua, com incentivos diretos ao cidad\u00e3o.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section data-particle_enable=\"false\" data-particle-mobile-disabled=\"false\" class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ae19dd1 elementor-section-full_width elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ae19dd1\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-efb4ec5\" data-id=\"efb4ec5\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-25a62b7 elementor-widget elementor-widget-template\" data-id=\"25a62b7\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"template.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-template\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem\u00e1rio sess\u00f5es especiais Voc\u00ea est\u00e1 aqui: In\u00edcio P\u00e1gina STE01 &#8211; An\u00e1lise de Sistemas de Abastecimento de \u00c1gua Coordenador Principal: Jos\u00e9 Carlos Cesar AmorimCoordenadores: ALEXANDRE KEPLER SOARES, IRAN EDUARDO LIMA NETO, Jos\u00e9 Gilberto Dalfr\u00e9 Filho, Lubienska Cristina Lucas Jaquie Ribeiro, GUSTAVO MEIRELLES LIMA, Bruno Melo Brentan, Marco Aur\u00e9lio Holanda de Castro Os sistemas de abastecimento de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":7361,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"elementor_header_footer","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-7369","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7369","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7369"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7369\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7983,"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7369\/revisions\/7983"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/7361"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eventos.abrhidro.org.br\/xxvsbrh\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7369"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}